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Multiartista baiana, licenciada e mestre em Dança na Universidade Federal da Bahia e doutoranda em Sociologia na Universidade Federal da Paraíba. Busca por meio da arte o entendimento e afirmação da sua ancestralidade indígena Tupiniquim. Foi artista residente bolsista na Cité Internationale des Arts e Centre National de la Danse em 2022, onde desenvolveu o projeto Debacle. Cria em parceria com artistas de diferentes linguagens. Suas principais criações são: Mula [em sítio específico] – performance única, Prêmio Arte como Respiro / Itaú Cultural, 2020; Mula [em sítio específico] – segundo plano; ISTC – Isaura Suélen Tupiniquim Cruz (2017) com direção de Leonardo França; Ópera Nuda (2013); Fricção - Prêmio VivaDança, 2011, e, Entrada ao preço da razão (2008). Na música, destaca seu primeiro EP Isaura Tupiniquim em Púrpura Ruína lançado 2021, além do projeto musical Remontando Fawcett. 

É educadora, pesquisadora em artes, ciências sociais e psicanálise. Atua na área de artes, com ênfase em dança, performance, processos de criação e relações entre corpo, poder, subjetividade e interface entre as linguagens artísticas. No âmbito pedagógico, oferece oficinas em que compartilha procedimentos resultantes do diálogo entre suas experiências artísticas e acadêmicas.

Como interprete-criadora destaca os trabalhos: StripTempo (2019), direção de Jorge Alencar e Looping: Bahia Overdub (2015) de Felipe Assis, Rita Aquino e Leonardo França, este último, indicado ao Prêmio Bravo!, 2016. Foi uma das artistas convidadas a compor, em parceria com João Meirelles, o projeto Entre - Objetos para vestir. Diálogos sensíveis (2015) concebido pelo estilista Alexandre Guimarães. Foi também coreógrafa e performer do espetáculo Paradox (2012), direção de Leda Muhana. Como intérprete, fez parte de importantes trabalhos coreográficos como: Reproduction (2014) da artista húngara Eszter Salamon, Desastro (2015) – Circulação SESC Palco Giratório, 2018 - de Neto Machado e Ressuscitando Joane (2008) direção de Tiago Ribeiro. Integrou o Coletivo TeiaMUV de Performance Urbana com o qual desenvolveu diversos projetos, entre eles, Teia (2011) residência artística em Berlim-Alemanha. No cinema participou de filmes como: Minotauro (2015) de Leonardo França; Xorume (2016) Coletivo Inconsequências; Para além dos seios (2013) de Adriano Big, e, Depois da Chuva (2012) de Cláudio Marques e Marília Hughes. 

Possui ainda formação em técnicas de Educação Somática certificada pelo Núcleo 8 - FTES, Brasil. Ainda durante sua formação universitária fez parte do GDC – Grupo de Dança Contemporânea da UFBA dirigido por Leda Muhana. E durante sua formação profissionalizante na Escola de Dança da FUNCEB (2005/2006), participou do intercâmbio Brasil/França como residente na Ecole Nationale de Musique et de Danse de La Rochelle e companhia de dança de Régine Chopinot. 

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